Homeopatia para tratar rinite

4 de outubro de 2015
Saúde e Bem-Estar
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Especificidades de cada sintoma são importantes para a elaboração dos medicamentos
Espirra, coça, nariz, garganta, ouvido olhos, palato… já pensou que aflição? De todas as patologias que chegam ao consultório, a rinite e a sinusite são as mais persistentes, de difícil controle e, de forma geral, que exigem medicação por mais tempo. Não existe um único fator determinante para estas doenças, e faz parte da arte homeopática descobrir todas as variações para melhor tratar a rinite com homeopatia.
O aparelho respiratório tem importante papel na manutenção da qualidade de vida. A mucosa nasal produz uma fina lâmina de secreção que a mantém úmida e na qual adere poeira, corpos estranhos, pequenos objetos e fungos. Ao espirrar esses elementos estranhos são jogados para fora. Então, o espirrar e o tossir são mecanismos de defesa. Alergia não quer dizer que o corpo tem baixa imunidade, muito pelo contrário, é, na verdade, um organismo que reage de forma muito exuberante a estímulos como poeira ou mudança de temperatura, que não afetam outras pessoas.
A rinite, enfermidade classificada como crônica, tem começo mas não tem meio ou final e como toda doença crônica caminha muito bem com homeopatia. Por que eu digo “caminha bem” e não cura definitiva? Porque, como a rinite é uma doença de determinação genética, as pioras e melhoras dependem de múltiplos fatores. A pessoa não nasce com a rinite, mas sim com uma tendência herdada e em determinado momento ela é desencadeada. Esse é um dos motivos para não oferecermos à crianças antes dos três anos substância potencialmente alergênicas, como o chocolate, os embutidos e biscoitos recheados, na tentativa de não sensibilizá-las.
Diferente do tratamento convencional, na terapia homeopática os detalhes são fundamentais. Não basta só chegar e dizer “estou com rinite ou com sinusite”, você tem de responder a pergunta de sempre: “Explique, como assim?”. Em homeopatia é importante descobrir como é esse início: horário, temperatura, clima, emoções, espirra, coça, secreção: que cor, qual horário. E para cada uma destas questões temos um medicamento diferente e, quanto melhor você souber detalhar, melhor é seu medicamento.
Na primavera os portadores de rinite sofrem a conhecida “Gripe do Feno”. Pela floração, várias árvores soltam pólen no ar e, ao respirar o pólen inicia-se um processo alérgico onde os olhos lacrimejam, o nariz parece um “tomatinho” vermelho com secreção.
Alopaticamente a rinite é tratada com:
• Higiene ambiental, cuidados com estofados, cortinas… enfim, combate aos ácaros que são responsáveis por grande parte das rinites;
• Spray nasal, tanto para limpeza e higienização como os anti-inflamatórios locais a base de cortisona;
• Uso de antialérgicos;
• Vacinas orais ou injetáveis
Com a homeopatia o tratamento acontece com:
• Higiene ambiental, uma vez que ela é sempre importante para a remoção dos ácaros;
• Spray nasal com a finalidade de higienizar fossas nasais para evitar contaminação. Cortisona em spray é contraindicada em crianças, sendo liberada somente após os dois anos e com muita cautela. O mesmo acontece com os antialérgicos;
• Vacinas tanto orais como injetáveis não fazem parte do repertório de uso homeopático;
Enfim, a homeopatia tem menor custo, sem efeitos colaterais, é liberada para todas as idades e leva em conta a individualidade, tratando de modo especial a sua rinite.
Fonte: Minha Vida

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