Sintomas do estresse. Como eles progridem?

28 de janeiro de 2016
Saúde e Bem-Estar
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É preciso estar atento a alterações de humor e comportamento.
Os sinais iniciais de estresse costumam aparecer em atividades do dia a dia. O que antes parecia simples passa a ser complicado. O que dava satisfação começa a irritar. O que era visto como conquista transforma-se em derrota. O pior é que muitas dessas mudanças não são notadas, justamente porque a pessoa está estressada e não tem condições de julgar os problemas com equilíbrio, o que faz a bola de neve aumentar. “A maioria das pessoas só se dá conta quando surge alguma doença”, afirma a psicóloga Fátima Bitencourt. Em vez de esperar até que patologias como depressão, asma, gastrite, infarto e alguns tipos de câncer se desenvolvam, fique atento às alterações de comportamento.
Sintomas do estresse
O neuropsiquiatra Rubens Pitliuk, do Hospital Albert Einstein, cita alguns dos itens aos quais se devem prestar atenção: diminuição do rendimento na escola ou no trabalho, insatisfação, irritabilidade, indecisão, julgamentos errados, piora na organização, insônia, sono agitado, falhas de concentração e memória, uso de finais de semana para colocar o serviço em dia, dedicação de cada vez mais tempo ao trabalho e menos ao lazer, diminuição de entusiasmo e sensação de monotonia.
Depois desses sinais, vêm os sintomas propriamente ditos. De acordo com Pitliuk, são eles: cansaço, ganho ou perda de peso, má digestão, prisão de ventre e diarreia, gases, gastrites, úlceras, baixa de resistência, infecções, gripes, herpes, pressão arterial alta, derrame, infarto, dores de cabeça, musculares e na coluna, entre outros.
Fátima explica que há uma progressão dos sintomas até se chegar à Síndrome de Burnout, ou esgotamento físico e mental. Segundo a especialista, o ideal é que um grupo de profissionais, formado por médicos, psicólogos e neuropsicólogos, avalie a situação. Mas a escala abaixo pode ajudar a identificar em que nível de estresse a pessoa se encontra.
1 – Dedicação intensificada, com predominância da necessidade de fazer tudo sozinho;
2 – Descaso com as necessidades pessoais;
3 – Atividades básicas como comer, dormir e sair com os amigos perdem o sentido;
4 – Sintomas emocionais como irritação, impaciência e ansiedade aparecem;
5 – O portador percebe que algo não vai bem, mas não enfrenta o problema. É quando ocorrem as manifestações físicas;
6 – Necessidade de isolamento;
7 – Nesta fase, as outras pessoas são completamente desvalorizadas e tidas como incapazes. Além disso, o indivíduo pode ter agressividade, vazio interior e depressão;
8 – Marcas de indiferença e desesperança surgem;
9 – A vida perde o sentido e o colapso físico e mental acontece;
10 – A pessoa pode ver ou não que seu caso é de emergência e necessita ajuda médica e psicológica.
Fonte: Minha Vida

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